Silêncio… Celebrando os 50 anos de “Horses”, Patti Smith aparece na TV e no disco da Rosalía

Silêncio… Celebrando os 50 anos de “Horses”, Patti Smith aparece na TV e no disco da Rosalía Foto: divulgação

A especialíssima Patti Smith voltou com tudo ao centro das atenções e em grande estilo. A artista com “A”, que completa 80 anos no mês que vem, atravessa uma fase de homenagens, reencontros e redescobertas. Seu lendário álbum de estreia, “Horses”, completa 50 anos na próxima segunda-feira e ganhou uma reedição especial no último mês. O disco, lançado originalmente em 1975, é considerado um divisor de águas na história do rock e da poesia punk, e segue influenciando gerações de músicos até hoje.

Mas o momento não é só de celebração do passado. Patti lançou recentemente Bread of Angels, um novo livro de memórias no qual revisita o período em que deixou Nova York para viver ao lado do marido, Fred “Sonic” Smith, com quem formou uma família longe dos holofotes. A obra reafirma seu talento também como escritora, já conhecido por títulos como Just Kids e M Train, e reacende o carinho do público por sua sensibilidade literária.

No rolê de divulgação, Patti bateu ponto no programa The Late Show, do Stephen Colbert. Carismática e espirituosa como sempre, ela conversou com o apresentador e ainda presenteou o público com uma performance intimista de “Peaceable Kingdom”, faixa do álbum Trampin’ (2004), acompanhada apenas de seu parceiro musical Tony Shanahan. 

Nas redes sociais, a cantora tem compartilhado trechos de sua rotina e de leituras recentes. Em uma postagem recente, escreveu: “The Geese were on the radio, 100 Horses, suddenly I felt optimistic”, em referência ao Geese, que ela citou como uma das novas bandas que “mantêm viva a energia criativa de sua geração”.

E, como se não bastasse, o legado de Patti Smith também aparece de forma inesperada em um dos lançamentos mais comentados do ano: “LUX”, o novo álbum de Rosalía, que saiu hoje. A artista espanhola incluiu na faixa “La Yugular” um sample de uma gravação de Smith recitando um poema em 1976, em um gesto de reverência.

Viva, Patti Smith!

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