Cada vez maior, a marca de shows Balaclava, que também é um importante selo com 20 bandas da nova cena musical brasileira, lançou nesta manhã talvez seu mais arrojado line-up para seu festival, hoje seu principal produto.
Há um tempo numa crescente interessante e vistosa, a Balaclava em si como “firma” e o Balaclava Fest 2026 aparentemente cansaram de ser “só” um dia bom de evento e resolveram dobrar a aposta.
O selo paulistano soltou nesta terça-feira a escalação completa daquela que promete ser a maior edição de sua história, esta a 16ª, agora espalhada por dois dias inteiros. Agende aí: 26 e 27 de setembro, tudo de novo no tradicional palco do Tokio Marine Hall, em São Paulo, casa que já teve show do Daft Punk com pirâmide e tudo e foi sede do primeiro Popload Festival com um novinho The XX.
Se você achava que o indie de texturas múltiplas, guitarras choradas e pós-punk de fala adocicada estava perdendo espaço para os megasfestivais corporativos, o pessoal da Balaclava veio provar o contrário. Eles montaram uma escalação espertíssima com 16 atrações que passeiam pelo que há de bom no circuito alternativo global e nacional.
Olha o estrago:
A engenharia para fazer dar certo duas datas de festival indie em São Paulo hoje em dia é braba, mas o Balaclava Fest vem se consolidando justamente por pescar aquela banda que você ouve no fone e acha que nunca vai ver por aqui (ou nunca ver de novo, como DIIV e Dry Cleaning, por exemplo).
Os ingressos já estão voando, imaginamos, na plataforma da Ingresse. Dá para comprar o dia avulso ou o “Balaclava Combo” para garantir os dois dias com desconto. Se não quiser pagar taxa de conveniência, o ponto físico oficial é o Takkø Café, lá na Vila Buarque. Corre porque festival médio com espírito de clubinho costuma esgotar rápido por aqui.
